É hora de ficar atento ao novo concurso do MPU!
A Fundação Getulio Vargas (FGV) foi confirmada como a banca organizadora da seleção, substituindo o Cebraspe, que conduziu os últimos seis concursos do Ministério Público da União.
Então, prepare-se para novidades nas provas!
A mudança surpreendeu muita gente, já que o Cebraspe tem uma longa história com o MPU, tendo organizado os concursos de 1999 a 2018.
Agora, com a FGV assumindo o posto, podemos esperar uma nova abordagem na elaboração e aplicação das provas.
E, acredite, isso promete agitar a rotina dos concurseiros de plantão!
Com a FGV assumindo a organização, já se tem uma ideia de que edital pode ser publicado em breve. Isso mesmo, está logo ali!
A regra é que as provas aconteçam 60 dias após a publicação do edital, então dá tempo de revisar (ou quase isso).
A FGV detalhou o formato das provas para os cargos de Técnico e Analista do MPU.
As provas objetivas contarão com 80 questões, divididas em 30 de Conhecimentos Gerais e 50 de Conhecimentos Específicos, além de uma redação de até 30 linhas. Para quem quer seguir carreira como Policial do MPU, pode preparar o físico também, pois terá teste de aptidão física (TAF), com exercícios como barra fixa, flexão de braço, abdominal e corrida.
Até agora, foram confirmados dois cargos: Técnico do MPU – Administração e Policial do MPU.
Mas o concurso deve abranger todos os cargos e especialidades que compõem as carreiras do MPU. Ou seja, muitas oportunidades à vista!
Hoje, os cargos variam de Administração a Saúde Bucal, Tecnologia da Informação e até Peritos em várias áreas.
E tem mais… o cargo de Analista também estará presente, com uma ampla variedade de especialidades.
A remuneração inicial de ambos os cargos? Nada mal: R$ 8.529,64 para Técnicos e R$ 13.994,76 para Analistas.
Uma reviravolta recente que deixou muita gente de cabelo em pé foi a mudança de escolaridade exigida para os cargos de Técnico do MPU. Com a sanção da Lei 14.591/2023, agora é preciso ter nível superior para concorrer a esses cargos. No entanto, essa história ainda não acabou, pois o procurador-geral da República, Paulo Gonet, ajuizou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal, questionando essa exigência.
Gonet alega que a mudança de requisito deveria ter sido proposta pelo chefe do MPU e não por parlamentares, o que seria uma inconstitucionalidade. A ADI tem caráter de urgência, uma vez que o novo concurso está próximo.
Agora, é esperar para ver como o STF vai decidir essa questão. O que é certo é que 2024 ainda promete ser movimentado para quem sonha com uma vaga no MPU!
E aí, já está de olho nos livros? Porque essa corrida começou!
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Boa sorte e bons estudos!
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